

O amor cativa, crava, prende, absorve. A saga “Crepúsculo” encaixa nas grandes histórias de “love forever” como “Love Story”. Para mim, o “Crepúsculo” é Shakespeare transformado num conto “vampiresco” o que faria as graças do autor uma vez que as suas peças estão assoladas de elementos fantásticos/sobrenaturais. Observamos o amor que vence tudo um amor desmedido que enfrenta tormentos/delícias que surge entre Edward vampiro e Bella humana, que tentam ficar juntos. Adorei o primeiro filme, estou ansiosa à espera do New Moon, quando comecei a ler pensei que este não era o tipo de história que me ia cativar contudo, só consegui parar quando terminei o último livro. A história abandona cenas sangrentas e coisas vampirescas do género e cai no amor profundo que une as pessoas…simplesmente absorvente.


cenas com vampiros, só mesmo quando eles morrem com uma estaca de madeira no coração, ou cravados a balas de prata... o sublime seria um envenenamento com alho.
ResponderEliminaryeah! :D
beijocas
Ao ler o teu comment pensei "Com que raio de vampiros este moço se tem cruzado??!! :O:O" Então fui mais longe e decidi esclarecer-te e dizer que isso das bolas de prata só no "true blood" pois parece segundo estes livros que isso é uma treta (eheheh), o alho nahhhh eu preferia a estaca de madeira cravada no coração upsssss os vampiros não têm coração =)=)=)
ResponderEliminarAgora mais a sério a família Cullen é como se diria em CBM biofofinhos =)=) e vivem em harmonia com os Humanos.
Mas admito que me ri com o teu comentário =)
Beijinhos ****