segunda-feira, 28 de setembro de 2009

No silêncio da noite oiço o sussurrar mudo das tuas palavras,
Imagino cada traço do teu rosto,
Cada balançar das tuas doces mãos;
Irremediável, o sentimento que me assola,
como o cintilar da estrela da tarde na hora do sol poente, latejante e lacerante;
És estranhamente fascinante e misterioso,
Cerro os olhos e sinto a luz da tua presença, nesta tua infindável e angustiante ausência.

Sem comentários:

Enviar um comentário