Por vezes, quando chove fecho os olhos,
No silêncio do meu quarto escuto,
É como se alguém chorasse até secar a alma;
O som melódico da chuva batendo na vidraça traz-me recordações;
Aos poucos a chuva que principiou forte vai abrandando o seu soar,
O carpido torna-se tenuemente agradável e moroso
Acariciando os meus pensamentos;
Assim, como a chuva miudinha que aos poucos vai esmorecendo…
Embala os devaneios daqueles que se estiolam;
Por fim, abro os olhos e a intempérie cessou,
Vê-se a água correr livre pela calceta, miram-se as nuvens altas no firmamento
Subsiste por fim fantasiar os dias do colorido da nossa alegria.
No silêncio do meu quarto escuto,
É como se alguém chorasse até secar a alma;
O som melódico da chuva batendo na vidraça traz-me recordações;
Aos poucos a chuva que principiou forte vai abrandando o seu soar,
O carpido torna-se tenuemente agradável e moroso
Acariciando os meus pensamentos;
Assim, como a chuva miudinha que aos poucos vai esmorecendo…
Embala os devaneios daqueles que se estiolam;
Por fim, abro os olhos e a intempérie cessou,
Vê-se a água correr livre pela calceta, miram-se as nuvens altas no firmamento
Subsiste por fim fantasiar os dias do colorido da nossa alegria.


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